




No Trabalho
Desde que se encontre em condições
orgânicas favoráveis,
dedicar-se ao exercício constante de
uma profissão nobre e digna.
O engrandecimento da vida exige
o tributo individual ao trabalho.
Situar em posições distintas as
próprias tarefas diante da
família e da profissão, da Doutrina
que abraça e da coletividade
a que deve servir, atendendo a todas
as obrigações com o necessário
equilibrio. O dever, lealmente cumprido,
mantém a saúde da consciência.
examinar os temas de serviço que lhe
digam respeito, para não
estagnar os próprios recursos na
irresponsabilidade destrutiva
ou na rotina perniciosa.
Da busca incessante de perfeição,
procede a competência real.
Ajudar aos colegas e compreendê-los,
contribuindo para a
honorabilidade da classe a que pertença.
O espírita responde por sua qualificação
nos múltiplos setores da experiência.
Cultuar a caridade nas tarefas profissionais,
inclusive naquelas que refiram às
transações do comércio.
O utilitarismo humano é uma ilusão
como as outras.
Jamais prevalecer-se das responsabilidades
de que disponha no movimento espírita para favoritismo e vantagens
na esfera profissional.
Quem engana a própria fé, perde a si mesmo.
em nenhuma ocasião desprezar as ocupações
de qualquer natureza, desde que nobres
e úteis, conquanto humildes e anônimas.
O trabalho recebe valor pela qualidade
dos seus frutos.
_André Luiz_




